|
Djalma
Carvalho Maranhão
(27/11/1915
– 30/7/1971)
Djalma
nasceu em Natal, no Estado do Rio Grande do Norte. Filho de Luiz Ignácio
de Albuquerque Maranhão e Maria Salomé de Carvalho Maranhão.
Seu
irmão Luiz Ignácio Maranhão Filho, ex-deputado estadual do Rio
Grande do Norte e membro do Comitê Central do PCB, é desaparecido
político desde abril de 1974.
Por
volta de 1930, era filiado ao PCB, com atuação política no Sul do
país. Retornando a Natal no início do Estado Novo, fundou um
jornal e um clube de futebol. Divergindo da direção regional do
PCB, acabou sendo expulso do partido, filiando-se ao Partido Social
Progressista (PSP).
Em
1954 foi eleito deputado estadual, sendo dois anos depois nomeado
prefeito de Natal.
Em
1958, disputou uma cadeira na Câmara dos Deputados, pela legenda da
UDN, ficando na suplência. De 21 de julho a 3 de novembro de 1960,
assumiu a cadeira de deputado federal.
Em
1960, foi eleito prefeito de Natal pelo Partido Trabalhista Nacional
(PTN), assumindo a prefeitura em 1961. Em sua administração deu
prioridade à educação.
Com
o Golpe Militar de 1964, foi afastado, preso e teve seu mandato
cassado. Levado preso para Recife, acabou sendo transferido para a
prisão de Fernando de Noronha. Somente foi liberado em fins de
1964.
Partiu
para o exílio no Uruguai, sendo julgado à revelia e condenado a 18
anos de prisão. Em 30 de julho de 1971, faleceu em Montevidéu, vítima
de uma parada cardíaca. Foi casado com Dária de Souza Maranhão,
com quem teve um filho.
|