|
Fui a Garanhuns, no carro de Jerson, a fim de levar os móveis de Ana Maria Santos. Eu, Ana Maria, Jerson, o delegado, ao abrir a porta, recuamos, tudo estava jogado no chão, comida derramada e podre, parecia que um furacão havia passado ali. Removemos o que sobrou para Recife. Ana não se abateu com o prejuízo; todos os livros, material de enfermagem, roupa, relógio haviam desaparecido. O processo já começou, é possível que o filho de Ana venha nascer no cárcere.
|